terça-feira, 19 de maio de 2009

Oficina Prática

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Universidade Aberta do Brasil – UAB/UnB

Instituto de Artes

Departamento de Artes Visuais

Licenciatura em Artes Visuais

Ateliê de Artes Visuais 2 – AAV2 Professoras Autoras: Thérèse Hofmann, Rosana de Castro, Daniela Oliveira Professora

Tutora: Maria Goretti Vulcão

Discente: Maria Rita de Lima Torres


Atividade presencial – Relatório de Participação

O seguinte relatório tem por objetivo abordar questões sobre o desenvolvimento da oficina prática realizada no pólo de Tarauacá-Ac por intermédio da Prof. Thelma, onde tivemos a oportunidade colocar em prática tudo o que estudamos na Disciplina de Atelier de Artes Visuais 2 sobre os bastões - carvão, giz de cera e pastel, as tintas 1 - Nanquim, Aquarela e Guache, as tintas 2-Têmpera, Óleo e Acrílica.

A oficina prática foi realizada aos vinte cinco dias do mês de abril de dois mil e nove, iniciou-se às quatorze horas e concluiu-se às dezoito horas. A Professora Thelma Melo deu inicio as atividades com uma pequena apresentação pessoal e nos fez algumas indagações sobre as nossas pesquisas, sobre os pigmentos, aglutinantes e os materiais que tínhamos conseguido trazer para a aula. Em seguida dividiu a turma em grupos de 3 componentes, formando-se 5 grupos o 1° grupo ( carvão, têmpera, Guache, Aquarela, óleo, giz de cera, pastel e nanquim), 2º grupo (têmpera, guache, aquarela, nanquim, óleo, carvão, pastel, giz de cera) 3º grupo ( guache, aquarela, nanquim, óleo, carvão, têmpera, giz e pastel), 4º grupo ( aquarela, nanquim, óleo, carvão, têmpera, guache, pastel e giz de cera), 5º grupo( nanquim, óleo, carvão, têmpera, guache, aquarela, giz e pastel).

Cada grupo teria que fazer as atividades por sequência, fiquei com o 5º grupo juntamente com as colegas Andreza e Dulceida começamos pela técnica nanquim onde utilizamos goma arábica 50 ml, glicerina 5ml e pigmento, logo em seguida fizemos o preparo da tinta óleo utilizamos óleo de linhaça 10 ml e pigmento 15 ml. Quando terminamos passamos para a técnica carvão onde pegamos os gravetos raspamos com o estilete e depois colocamos dentro da lata com tampa já furada e levamos ao fogo e logo depois de um tempo estava pronto o nosso carvão. Para a tinta têmpera pegamos uma gema de ovo e adicionamos 15 g de pigmento e misturamos bem. Já para a tinta guache utilizamos goma arábica 30 ml, glicerina 10 ml, carga 15 g, mel 5 ml e pigmeno 15 g. Para a aquarela utilizamos goma arábica 30 ml, glicerina 10 ml, mel 5 ml, pigmento 15 g, e H2O. Para fazer o giz de cera utilizamos cera de abelha 50 g, parafina 10 g, carnaúba 10 g e pigmento 40 g e concluímos com a técnica pastel onde utilizamos para fazer o bastão 15 ml de CMC e pigmento.

Ao concluir todas essas atividades a Prof. Thelma nos deu uma folha de papel sem pauta e pediu que saíssemos da sala e observássemos o que estava a nossa volta e escolhêssemos algo para desenhar poderia ser um objeto, uma paisagem, dentre outros, teríamos que fazer um desenho de observação utilizando a técnica carvão que tínhamos acabado de preparar. Quando terminamos o desenho ela fez algumas observações e fez algumas correções quanto à perspectiva do desenho e pediu que desenhássemos outra vez e fizéssemos as devidas correções, logo depois comparou os dois desenhos e nos chamou a atenção para as diferenças entre ambos.

A realização destas atividades foram muito importante para que nós pudéssemos obter um conhecimento além das teorias já estudadas, pois quando construímos o nosso conhecimento através da prática com certeza esta aprendizagem será muito mais significativa, pois futuramente poderemos ensinar tudo que aprendemos nesta oficina para nossos futuros alunos, utilizando materiais simples e acessíveis tanto para o professor quanto para o aluno e o mais importante é que são materiais que possibilitam produzir trabalhos muitos bonitos e de qualidade é impressionante o resultado, foi uma experiência maravilhosa para todos.



Referências Bibliográficas: Receitas da Profª. Thérèse Hofmann

terça-feira, 12 de maio de 2009



Universidade Aberta do Brasil – UAB/UnB


Instituto de Artes


Departamento de Artes Visuais Licenciatura em Artes Visuais


Ateliê de Artes Visuais 2 – AAV2


Professoras Autoras: Thérèse Hofmann, Rosana de Castro, Daniela Oliveira


Professora Tutora: Maria Goretti Vulcão


Discente: Maria Rita de Lima Torres



Atividade presencial – Relatório de Participação



O seguinte relatório tem por objetivo abordar questões sobre o desenvolvimento da oficina prática realizada no pólo de Tarauacá-Ac por intermédio da Prof. Thelma, onde tivemos a oportunidade colocar em prática tudo o que estudamos na Disciplina de Atelier de Artes Visuais 2 sobre os bastões - carvão, giz de cera e pastel, as tintas 1 - Nanquim, Aquarela e Guache, as tintas 2-Têmpera, Óleo e Acrílica.
A oficina prática foi realizada aos vinte cinco dias do mês de abril de dois mil e nove, iniciou-se às quatorze horas e concluiu-se às dezoito horas. A Professora Thelma Melo deu inicio as atividades com uma pequena apresentação pessoal e nos fez algumas indagações sobre as nossas pesquisas, sobre os pigmentos, aglutinantes e os materiais que tínhamos conseguido trazer para a aula. Em seguida dividiu a turma em grupos de 3 componentes, formando-se 5 grupos o 1° grupo ( carvão, têmpera, Guache, Aquarela, óleo, giz de cera, pastel e nanquim), grupo (têmpera, guache, aquarela, nanquim, óleo, carvão, pastel, giz de cera) 3º grupo ( guache, aquarela, nanquim, óleo, carvão, têmpera, giz e pastel), 4º grupo ( aquarela, nanquim, óleo, carvão, têmpera, guache, pastel e giz de cera), 5º grupo( nanquim, óleo, carvão, têmpera, guache, aquarela, giz e pastel).
Cada grupo teria que fazer as atividades por sequência, fiquei com o 4º grupo juntamente com as colegas Andreza e Dulceida começamos pela técnica nanquim onde utilizamos goma arábica 50 ml, glicerina 5ml e pigmento, logo em seguida fizemos o preparo da tinta óleo utilizamos óleo de linhaça 10 ml e pigmento 15 ml. Quando terminamos passamos para a técnica carvão onde pegamos os gravetos raspamos com o estilete e depois colocamos dentro da lata com tampa já furada e levamos ao fogo e logo depois de um tempo estava pronto o nosso carvão. Para a tinta têmpera pegamos uma gema de ovo e adicionamos 15 g de pigmento e misturamos bem. Já para a tinta guache utilizamos goma arábica 30 ml, glicerina 10 ml, carga 15 g, mel 5 ml e pigmeno 15 g. Para a aquarela utilizamos goma arábica 30 ml, glicerina 10 ml, mel 5 ml, pigmento 15 g, e H2O. Para fazer o giz de cera utilizamos cera de abelha 50 g, parafina 10 g, carnaúba 10 g e pigmento 40 g e concluímos com a técnica pastel onde utilizamos para fazer o bastão 15 ml de CMC e pigmento.
Ao concluir todas essas atividades a Prof. Thelma nos deu uma folha de papel sem pauta e pediu que saíssemos da sala e observássemos o que estava a nossa volta e escolhêssemos algo para desenhar poderia ser um objeto, uma paisagem, dentre outros, teríamos que fazer um desenho de observação utilizando a técnica carvão que tínhamos acabado de preparar. Quando terminamos o desenho ela fez algumas observações e fez algumas correções quanto à perspectiva do desenho e pediu que desenhássemos outra vez e fizéssemos as devidas correções, logo depois comparou os dois desenhos e nos chamou a atenção para as diferenças entre ambos.
A realização destas atividades foram muito importante para que nós pudéssemos obter um conhecimento além das teorias já estudadas, pois quando construímos o nosso conhecimento através da prática com certeza esta aprendizagem será muito mais significativa, pois futuramente poderemos ensinar tudo que aprendemos nesta oficina para nossos futuros alunos, utilizando materiais simples e acessíveis tanto para o professor quanto para o aluno e o mais importante é que são materiais que possibilitam produzir trabalhos muitos bonitos e de qualidade é impressionante o resultado, foi uma experiência maravilhosa para todos.




Referências Bibliográficas: Receitas da Profª. Thérèse Hofmann


sexta-feira, 1 de maio de 2009

Constantin Stanislavski

1) Como o se ajuda no ato criativo?
Após a leitura do texto "Estética Teatral" e assintir ao documentário "O século de Stanislavisk" pude fazer uma análise de como se dá o ato criativo. O ser humano é dotado de capacidades que ajudam na criação, a inteligência, a intuição, estão interligadas nesse processo.
Partindo do pensamento de Stanislavisk “De facto, nenhuma técnica artificial pode rivalizar com as maravilhas que opera a natureza”. De fato inspiração é algo que não depende somente de técnicas artificiais, a natureza é o mecanismo mais forte que um ator precisa para dar vida a uma personagem. Mas acredito também que as técnicas artificiais são importantes para o ato criativo, pois primeiramente o ator precisa estudar a sua personagem conscientemente para conhecê-la e depois cria-la com a ajuda do subconsciente.
Dizia Stchepkine ao seu aluno Choumski “Pouco importa que a vossa interpretação seja boa ou má o importante é que seja verdadeira e para isso deve ser acurada, lógica, coerente; deveis pensar, lutar, sentir e agir em comunicação com a vossa personagem”. O teatro é uma representação e para representar é preciso estar preparado para viver outra vida como se fosse a sua e para expressar verdade é preciso fazer uso de todos os subsídios que estão ao nosso alcance seja conscientemente ou inconscientemente.
O ambiente físico, as emoções, os sentimentos determinam como será o personagem por isso o ator tem que saber criar a personagem de uma maneira intensa e coerente com sua história de vida, para exprimi-la com toda a plenitude e beleza da natureza interior e exterior, para que assim possa interpretá-la com a toda a perfeição de um espírito humano.

2) O que mais te impressionou no filme?

Conhecer Constantin Stanislavisk já foi muito interessante, pois não conhecia o trabalho deste ator e encenador russo de princípios naturalistas que foi fundador do Teatro de Moscovo. A sua preocupação na formação do ator, transmiti toda a sua paixão pelo teatro, foi o primeiro a dar para arte um significado psicológico, para ele interpretar era interpretar com realismo, com expressividade intensa de corpo e alma. Atuar era dar vida ao personagem aproximando-o da vida real, uma ação que necessitava de muito treinamento e técnicas que ajudassem o ator a controlar a si mesmo.
As suas teorias e métodos práticos foram de grande importância para outros artistas que até hoje seguem e se inspiram em seus métodos e técnicas. A formação do ator e a constituição do personagem era o seu enfoque principal, dramatizar era reunir todas as características reais de um espírito humano de uma forma natural e espontânea, através das feições cotidianas e das abordagens psicológicas tudo isso de forma bem simples na prática, mas com um desempenho perfeito no pauco.Enfim foi de grande importância para mim entender e conhecer um pouco do trabalho deste grande mestre do teatro, de visão completa e abrangente que deixou um legado de informações e conhecimento para todos nós, em especial aos apaixonados pelo teatro que buscam inspiração em suas teorias para um melhor aperfeiçoamento de suas técnicas artísticas.