sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Atividade 9 | Projeto de extensão: TV vai à rua

Video Arte


A elaboração do Projeto de Extensão: TV vai á rua foi decidido em conjunto com a turma de Artes Visuais e a nossa Tutora presencial Alberlândia, discutimos e arquitetamos como iríamos apresentar este evento para a nossa comunidade. Para isso fomos até a praça central de nossa cidade ver qual seria o melhor local para asistirmos o nosso vídeo. Como em frente à praça tinha um Center bar que utilizava data show para apresentação de vídeos aos clientes, pensamos que poderíamos utilizar este espaço para apresentar o nosso projeto, então falamos com a dona do estabelecimento que nos cedeu o espaço para apresentação do projeto. A seguir voltamos ao pólo para separarmos as tarefas, decidirmos dia, horário, dentro outros.
Dividimos as tarefas em grupos, onde fiquei responsável pela confecção da faixa de divulgação do evento juntamente com as colegas Cecília, Andreza, Dulceida, Rosiana, Valcilene, Rosa, Francinete, Sandra, Gleiz e Ádila e os outros grupos ficaram responsáveis por divulgação, documentação e parte técnica.

O nosso projeto foi realizado no dia 29/09/2009 ás 19h30min, aproveitamos que estava acontecendo em nossa cidade o Novenário de São Francisco um evento histórico que acontece todos os anos durante o mês de setembro aqui em Tarauacá um evento que reúne muitas pessoas, que após as novenas participam das festividades, como leilões da Igreja Católica, barracas com alimentação, parques infantis, marreteiros que vem de outras cidades vendendo seus produtos e comerciantes locais. Nesta época a cidade fica muito movimentada vêm pessoas de vários lugares da Zona rural, dos municípios vizinhos e de outros estados.

Socializar este trabalho que realizamos com a nossa comunidade foi muito gratificante, pois tivemos a oportunidade de levar as aprendizagens que recebemos em nosso curso para diferentes públicos: jovens, adultos e crianças foi uma atividade diferente, apesar de ser a nossa primeira experiência com este tipo de atividade, acredito que conseguimos atingir os objetivos propostos pelo curso, as pessoas que estavam no local prestigiaram e gostaram muito.


domingo, 20 de setembro de 2009

Atividade 8 | Vídeo Arte

Natureza e Arte
Foi muito interessante realizar esta atividade, conhecer um pouco sobre a história do Vídeo Arte e aprender a trabalhar com esta linguagem tão utilizada nos dias de hoje, que muitas vezes por falta de conhecimento deixamos de explorar estes recursos audiovisuais que a tecnologia nos oferece.

O vídeo que produzimos serviu como uma base introdutória para que pudéssemos ampliar nossos conhecimentos acerca das diversas manifestações da arte e a partir das nossas descobertas pensamos em um tema característico da nossa localidade que envolvesse o ambiente e as pessoas, das mais belas manifestações artísticas a natureza é aquela que apresenta as mais belas formas, cores, sons, certamente uma harmonia perfeita onde podemos encontrar a arte expressa de várias maneiras, logo partindo de nossas observações envolvemos alguns aspectos interessantes da diversidade de imagens que a natureza nos oferece.

Construímos o nosso vídeo arte com imagens capturadas das paisagens existentes em lugares do nosso município como: praia, rio, açude, campos e florestas e com estas imagens privilegiadas fizemos o nosso vídeo.
Utilizamos recursos tecnológicos, como celular, câmera digital e os efeitos disponibilizados no programa Pinnacle Studio Plus 12, com certeza esta foi uma experiência muito proveitosa para todos nós, onde tivemos a oportunidade de aprender a manusear esses recursos tecnológicos e com isso adquirir conhecimentos que serão muito úteis para nós que seremos professores de artes visuais e estamos em busca de construir o nosso aprendizado dentro do universo da cultura visual.
Este é o link do vídeo:

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Atividade 5 | Assistindo programas de humor

O programa humorístico a grande família exibido pela Rede Globo de televisão é destinado para o público acima de 14 anos é um programa muito antigo na televisão brasileira que já sofreu várias adaptações para se adequar a realidade contemporânea. Este programa é um dos meus favoritos toda vez que assisto sempre dou muitas gargalhadas, mostra o cotidiano de uma família tipicamente brasileira que luta para superar os obstáculos da vida. Os principais temas tratados no programa são problemas familiares, falta de dinheiro, fofoca entre vizinhos, conflitos amorosos, dentre outros.

Dona Nenê é uma dona de cada muito dedicada à família estar sempre muito feliz e adora resolver os problemas dos outros. Lineu é um funcionário público muito correto que preza pela moral e pelos bons costumes não gosta nenhum pouco da conduta de seu genro Agostinho casado com sua filha Bebel que vive arrumando confusão com as suas malandragens. Marilda dona de um salão de beleza é a melhor amiga de dona nenê que vive aconselhando a amiga que sofre com suas desilusões amorosas.
Cada personagem tem sua própria característica, seu próprio estilo, andam sempre bem vestidos e usam uma linguagem coloquial.

É um programa muito divertido que aborda situações diferenciadas a cada episódio, que nos faz refletir sobre alguns acontecimentos, as armações de Agostinho, por exemplo, são muito engraçadas, mas sabemos que as coisas que ele faz são erradas, pois ele sempre de dá mal no final.

A grande família é uma série que aborda questões da vida cotidiana com muita irreverência. É um programa para a família brasileira, em minha opinião é um ótimo programa, não modificaria nada.



http://mariaritatorres.blogspot.com/

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Atividade 4 | Assistir e resenhar o filme



O Show de Truman do diretor Peter Weir

O Show de Truman, O show da vida. Os principais personagens são Jim Carrey (Truman Burbank), Ed Harris (Christof), Laura Linney (Meryl), Natascha McElhone (Sylvia Garland), Paul Giamatti (Diretor da Sala de Controle).
Este filme é realmente fascinante, envolvente, dramático e ao mesmo tempo engraçado. As primeiras impressões que tive do filme foi como se a trama decorresse em um ambiente real, coisas estranhas aconteciam, mas só depois fui entender que se tratava de uma programa de televisão, transmitido 24 horas por dia, onde o personagem principal Truman Burbank vivia em um mundo aparentemente real, mas a sua vida não passava de uma mentira, tudo era irreal, as pessoas, o ambiente físico, tudo ao seu redor era uma mera fantasia, um espetáculo armado a céu aberto, a chuva, o sol, o vento era tudo controlado pela equipe de produção do programa através de sofisticados aparelhos tecnológicos.

Truman teve sua vida exposta pela mídia desde os seus primeiros dias de vida ainda no ventre de sua mãe, nasceu e cresceu na bucólica cidade de SeaHeaven como se fosse um cidadão normal, com esposa, vizinhos, amigos, mas o que ele não imaginava é que só a sua vida era real.
O programa era dirigido pelo diretor Christof que monitorava os passos de Truman, através das 5.000 câmeras espalhadas pela cidade responsáveis pela exibição do programa, Truman tinha uma vida totalmente manipulada, onde teria que agir de acordo com os interesses da direção do programa.

Percebemos nitidamente que os interesses da mídia no filme estão acima de qualquer conduta moral e ética, manipulavam a vida de Truman como se ele fosse um fantoche, sem sentimentos, sem poder de decisão ou de escolha. O interesse pelo poder, os lucros obtidos pela emissora eram mais importantes do que tudo, a vida de um homem era insignificante, se comparado aos interesses pessoais dos idealizadores do programa.
No desenrolar da trama Truman começa a desconfiar que sua vida não seja real e quer sair da cidade, tenta de todas as maneiras viajar para Fiji e não consegue, pois ele não pode abandonar a cidade se não será o fim do programa. Ele não desiste da idéia, depois de muitas tentativas frustrantes, finalmente ele consegue descobrir a verdade.

Gostei muito do filme é uma história bem interessante que nos faz refletir sobre os valores que nos são transmitidos pelo mundo ilusório das mídias eletrônicas, valores estes que nos são passados como verdades absolutas e que podem interferir negativamente em nossas vidas, por isso é importante assumirmos uma postura crítica diante das imagens televisivas para que saibamos distinguir fantasia e realidade.

Fonte de pisquisa:

Recriando imagens televisivas


A minha criação foi a partir de uma imagem da novela Caminho das Índias, fiz uma colagem por cima da imagem original, logo em seguida digitalizei e usei o software GIMP 2 e fiz algumas intervenções com a ferramenta pincel, dedinho e ferramenta de texto.

Ao manipular a imagem imaginei o seguinte: Pedro Álvares Cabral partia á caminho da índia, errou seu trajeto e sem querer descobriu os índios em 1500.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Atividade 2 | Assistindo novelas

Caminho das Indias

A novela Caminho das Índias escrita por Glória Peres exibida pela Rede Globo aborda questões bem diversificadas, mas o foco principal da história é voltado para a cultura indiana, aos costumes e tradições. A novela é destinada para jovens e adultos e apresenta temas voltados para conflitos amorosos, romances proibidos, violência, sexualidade, distúrbios psíquicos como: esquizofrenia, discriminação racial, como o caso dos dalets que são muitos descriminados na índia por não possuírem uma casta como manda a tradição mostrando claramente a divisão de classe social.

Um Dalet (intocável ) e um Brâmane (de classe)

As cenas apresentadas na novela, ora são do Brasil, ora da Índia, os personagens acabam conhecendo a cultura um do outro se deparando com as diversidades culturais de cada país havendo assim um confronto entre a cultura brasileira e indiana. Os valores sociais nos são apresentados de uma maneira bem controversa mostrando a incompatibilidade entre culturas. Os costumes da Índia são voltados para as tradições religiosas, crendices e superstições, a ética e a moral são definidas pelo seguimento dos costumes.
Assim como em toda novela os conceitos de justiça só aparecem no final, muitas injustiças acontecem, os vilões sempre conseguem dar a volta por cima por ter uma boa influência ou uma boa posição social.

A caracterização dos personagens principalmente os indianos são bem exuberantes, roupas elegantes, acessórios e jóias são primordiais, pois as mulheres têm que estar sempre impecáveis visualmente para agradarem seus maridos, as mulheres indianas em algumas cenas até criticam as brasileiras por não serem como elas.
A maioria dos personagens tem um padrão de beleza em comum são magras, bonitas e elegantes, tem sua maneira própria de falar uns falam através de gírias, como é o caso da personagem Inês que tem um estilo bem diferente dos demais e é descriminada pela mãe por ser diferente.


As propagandas apresentadas nos intervalos da novela são as mais variadas possíveis, desde produtos alimentícios á cosméticos. É certo que nem todos os produtos exibidos nos comerciais são acessíveis a todo o público que assiste à novela, mas alguns sim. Produtos da novela também são anunciados como brincos indianos e outros, que já estão virando moda aqui no Brasil como roupas e acessórios, até as gírias indianas já estão na moda.

Uma novela por mais contrastante que seja a realidade sempre vai acabar influenciando no comportamento das pessoas seja no modo de se vestir, de falar ou de pensar, entretanto o mais importante é que os telespectadores assumam uma atitude crítica e reflexiva diante dos fatos distinguindo realidade e ficção.

Se eu pudesse reescrever a novela mostraria a cultura indiana de uma forma mais real e atualizada, pois sabemos que o rio Ganges que tanto se fala na novela com águas límpidas e cristalinas é na verdade um depósito de restos mortais.

(Rio Ganges da ficção)

(Rio Ganges da realidade)



Fontes das imagens: páginas do Google

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Atividade 1 | Assistir e resenhar os filmes

Universidade Aberta do Brasil - UAB
Universidade de Brasília - UnB
Instituto de Artes - IdA
Licenciatura em Artes
Disciplina: Tecnologias Contemporâneas na Escola 3
Professor: Christus Nóbrega
Tutora a distância: Cecilia Mori Cruz
Aluno: Maria Rita de Lima Torres
Curso: Artes Visuais Turma: ArV3
Polo: Tarauacá-Ac

O quarto Poder(1997) do diretor Costa Gravas e o documentário Muito Além do Cidadão Kane(1993) do diretor Simon Hartog

O Filme “O quarto Poder” do diretor Costas Gravas é um filme bem interessante que nos faz refletir sobre o papel da mídia em nossa sociedade. O tema principal da trama enfatiza o poder que a mídia exerce sobre as pessoas, os principais personagens da história são: o jornalista Max Brackett ((Dustin Hoffman) e o funcionário de um museu que foi demitido Sam Baily (John Travolta). O Jornalista realizava uma matéria em um museu quando derrepente um ex funcionário desesperado invade o local em busca de reaver seu emprego de volta fazendo a diretora do museu Srª Branks e as crianças que estavam no local de reféns, onde acidentalmente dispara um tiro que atingi o seu ex colega de trabalho. O repórter Max não perde a oportunidade de conseguir a cobertura exclusiva do caso e retornar á fama. Entretanto a notícia foi se espalhando e várias emissoras de TV já estavam na frente do museu prontas para saberem mais sobre o que estava acontecendo lá dentro. O ex funcionário não tinha a intenção em disparar o tiro ou fazer mal a alguém, queria apenas fazer com que a diretora do museu pudesse ouvi-lo e dar-lhe seu emprego de volta. Com o episódio o repórter Max Bracket se aproveita da fragilidade de Sam para manipulá-lo frente a uma emissora de TV, dizendo que poderia mudar a opinião do público e provar sua inocência, bastava seguir suas orientações.
O repórter estava interessado em obter sucesso com a reportagem, não se preocupava com a ética e com a verdade. Sam ao invadir o museu pensando em resolver um problema, conseguiu complicar ainda mais sua vida com esta atitude impensada.
O papel da mídia no filme não é informar como deveria levando informações verídicas aos telespectadores, percebe-se isto quando os repórteres manipulam as entrevistas tentando com isso influenciar a opinião pública para atingir seus objetivos.
Ao analisar esta ficção posso falar que a mídia tem o “poder”, poder este que pode ser usado de uma forma negativa ou positiva, pode tanto construir uma imagem como destruí-la, como vimos no filme, quando as emissoras exibiam imagens positivas de Sam, o público ficava a favor dele, mas quando outras redes divulgavam imagens denegridas, o público se posicionava contra.
A mídia é um veículo que tem o poder de conduzir e influenciar nossas atitudes, de ditar padrões sociais e culturais que muitas vezes podem ser contrários á realidade, diante disto precisamos assumir uma postura crítica dos conteúdos que nos são abordados para que não sejamos manipulados por informações deturpadoras que trará beneficio para algum corrupto e prejudicará a vida de alguém ou até mesmo ao telespectador que por falta de ciência dos fatos deixou-se influenciar por uma informação alienada.
Após assistir e fazer algumas pesquisas sobre o documentário “Muito além do Cidadão Kane” do diretor Simon Hartog sobre a Rede Globo fiquei impressionada com o conteúdo deste documentário que revela muitas verdades sobre como a Rede Globo veio construindo o seu império ao longo do tempo, por trás do seu sucesso está o poder de manipular e de enganar o povo brasileiro, assim como vimos no filme o Quarto Poder, os interesses da emissora estão acima de qualquer ética moral, utilizam o poder da mídia em benefício próprio sem se preocupar com o destino do país e com a vida das pessoas. “O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), algumas práticas de manipulação da emissora de Marinho (incluindo o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa do movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício como um evento de comemoração ao aniversário de São Paulo, e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luís Inácio Lula da Silva), além de uma controversa negociação envolvendo ações da NEC Corporation e contratos governamentais à época em que José Sarney era presidente da República”. Estes e outros fatos tão importantes da história do país nos são negados de uma maneira irresponsável, pois com certeza todo brasileiro deveria ter o direito de assistir esse documentário por se tratar de um assunto que diz respeito a todos, mas infelizmente em países como o nosso o que prevalece é o poder do capitalismo e emissoras de TV como a Rede Globo vão continuar no poder produzindo discursos sensacionalistas.


Fontes de Pesquisas:

http://www.canaldaimprensa.com.br/canalant/cultura/setedicao/cultura4.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Beyond_Citizen_Kane
http://gavetaoblog.blogspot.com/2009/02/brasil-muito-alem-do-cidadao-kane.html

terça-feira, 19 de maio de 2009

Oficina Prática

video

Universidade Aberta do Brasil – UAB/UnB

Instituto de Artes

Departamento de Artes Visuais

Licenciatura em Artes Visuais

Ateliê de Artes Visuais 2 – AAV2 Professoras Autoras: Thérèse Hofmann, Rosana de Castro, Daniela Oliveira Professora

Tutora: Maria Goretti Vulcão

Discente: Maria Rita de Lima Torres


Atividade presencial – Relatório de Participação

O seguinte relatório tem por objetivo abordar questões sobre o desenvolvimento da oficina prática realizada no pólo de Tarauacá-Ac por intermédio da Prof. Thelma, onde tivemos a oportunidade colocar em prática tudo o que estudamos na Disciplina de Atelier de Artes Visuais 2 sobre os bastões - carvão, giz de cera e pastel, as tintas 1 - Nanquim, Aquarela e Guache, as tintas 2-Têmpera, Óleo e Acrílica.

A oficina prática foi realizada aos vinte cinco dias do mês de abril de dois mil e nove, iniciou-se às quatorze horas e concluiu-se às dezoito horas. A Professora Thelma Melo deu inicio as atividades com uma pequena apresentação pessoal e nos fez algumas indagações sobre as nossas pesquisas, sobre os pigmentos, aglutinantes e os materiais que tínhamos conseguido trazer para a aula. Em seguida dividiu a turma em grupos de 3 componentes, formando-se 5 grupos o 1° grupo ( carvão, têmpera, Guache, Aquarela, óleo, giz de cera, pastel e nanquim), 2º grupo (têmpera, guache, aquarela, nanquim, óleo, carvão, pastel, giz de cera) 3º grupo ( guache, aquarela, nanquim, óleo, carvão, têmpera, giz e pastel), 4º grupo ( aquarela, nanquim, óleo, carvão, têmpera, guache, pastel e giz de cera), 5º grupo( nanquim, óleo, carvão, têmpera, guache, aquarela, giz e pastel).

Cada grupo teria que fazer as atividades por sequência, fiquei com o 5º grupo juntamente com as colegas Andreza e Dulceida começamos pela técnica nanquim onde utilizamos goma arábica 50 ml, glicerina 5ml e pigmento, logo em seguida fizemos o preparo da tinta óleo utilizamos óleo de linhaça 10 ml e pigmento 15 ml. Quando terminamos passamos para a técnica carvão onde pegamos os gravetos raspamos com o estilete e depois colocamos dentro da lata com tampa já furada e levamos ao fogo e logo depois de um tempo estava pronto o nosso carvão. Para a tinta têmpera pegamos uma gema de ovo e adicionamos 15 g de pigmento e misturamos bem. Já para a tinta guache utilizamos goma arábica 30 ml, glicerina 10 ml, carga 15 g, mel 5 ml e pigmeno 15 g. Para a aquarela utilizamos goma arábica 30 ml, glicerina 10 ml, mel 5 ml, pigmento 15 g, e H2O. Para fazer o giz de cera utilizamos cera de abelha 50 g, parafina 10 g, carnaúba 10 g e pigmento 40 g e concluímos com a técnica pastel onde utilizamos para fazer o bastão 15 ml de CMC e pigmento.

Ao concluir todas essas atividades a Prof. Thelma nos deu uma folha de papel sem pauta e pediu que saíssemos da sala e observássemos o que estava a nossa volta e escolhêssemos algo para desenhar poderia ser um objeto, uma paisagem, dentre outros, teríamos que fazer um desenho de observação utilizando a técnica carvão que tínhamos acabado de preparar. Quando terminamos o desenho ela fez algumas observações e fez algumas correções quanto à perspectiva do desenho e pediu que desenhássemos outra vez e fizéssemos as devidas correções, logo depois comparou os dois desenhos e nos chamou a atenção para as diferenças entre ambos.

A realização destas atividades foram muito importante para que nós pudéssemos obter um conhecimento além das teorias já estudadas, pois quando construímos o nosso conhecimento através da prática com certeza esta aprendizagem será muito mais significativa, pois futuramente poderemos ensinar tudo que aprendemos nesta oficina para nossos futuros alunos, utilizando materiais simples e acessíveis tanto para o professor quanto para o aluno e o mais importante é que são materiais que possibilitam produzir trabalhos muitos bonitos e de qualidade é impressionante o resultado, foi uma experiência maravilhosa para todos.



Referências Bibliográficas: Receitas da Profª. Thérèse Hofmann

terça-feira, 12 de maio de 2009



Universidade Aberta do Brasil – UAB/UnB


Instituto de Artes


Departamento de Artes Visuais Licenciatura em Artes Visuais


Ateliê de Artes Visuais 2 – AAV2


Professoras Autoras: Thérèse Hofmann, Rosana de Castro, Daniela Oliveira


Professora Tutora: Maria Goretti Vulcão


Discente: Maria Rita de Lima Torres



Atividade presencial – Relatório de Participação



O seguinte relatório tem por objetivo abordar questões sobre o desenvolvimento da oficina prática realizada no pólo de Tarauacá-Ac por intermédio da Prof. Thelma, onde tivemos a oportunidade colocar em prática tudo o que estudamos na Disciplina de Atelier de Artes Visuais 2 sobre os bastões - carvão, giz de cera e pastel, as tintas 1 - Nanquim, Aquarela e Guache, as tintas 2-Têmpera, Óleo e Acrílica.
A oficina prática foi realizada aos vinte cinco dias do mês de abril de dois mil e nove, iniciou-se às quatorze horas e concluiu-se às dezoito horas. A Professora Thelma Melo deu inicio as atividades com uma pequena apresentação pessoal e nos fez algumas indagações sobre as nossas pesquisas, sobre os pigmentos, aglutinantes e os materiais que tínhamos conseguido trazer para a aula. Em seguida dividiu a turma em grupos de 3 componentes, formando-se 5 grupos o 1° grupo ( carvão, têmpera, Guache, Aquarela, óleo, giz de cera, pastel e nanquim), grupo (têmpera, guache, aquarela, nanquim, óleo, carvão, pastel, giz de cera) 3º grupo ( guache, aquarela, nanquim, óleo, carvão, têmpera, giz e pastel), 4º grupo ( aquarela, nanquim, óleo, carvão, têmpera, guache, pastel e giz de cera), 5º grupo( nanquim, óleo, carvão, têmpera, guache, aquarela, giz e pastel).
Cada grupo teria que fazer as atividades por sequência, fiquei com o 4º grupo juntamente com as colegas Andreza e Dulceida começamos pela técnica nanquim onde utilizamos goma arábica 50 ml, glicerina 5ml e pigmento, logo em seguida fizemos o preparo da tinta óleo utilizamos óleo de linhaça 10 ml e pigmento 15 ml. Quando terminamos passamos para a técnica carvão onde pegamos os gravetos raspamos com o estilete e depois colocamos dentro da lata com tampa já furada e levamos ao fogo e logo depois de um tempo estava pronto o nosso carvão. Para a tinta têmpera pegamos uma gema de ovo e adicionamos 15 g de pigmento e misturamos bem. Já para a tinta guache utilizamos goma arábica 30 ml, glicerina 10 ml, carga 15 g, mel 5 ml e pigmeno 15 g. Para a aquarela utilizamos goma arábica 30 ml, glicerina 10 ml, mel 5 ml, pigmento 15 g, e H2O. Para fazer o giz de cera utilizamos cera de abelha 50 g, parafina 10 g, carnaúba 10 g e pigmento 40 g e concluímos com a técnica pastel onde utilizamos para fazer o bastão 15 ml de CMC e pigmento.
Ao concluir todas essas atividades a Prof. Thelma nos deu uma folha de papel sem pauta e pediu que saíssemos da sala e observássemos o que estava a nossa volta e escolhêssemos algo para desenhar poderia ser um objeto, uma paisagem, dentre outros, teríamos que fazer um desenho de observação utilizando a técnica carvão que tínhamos acabado de preparar. Quando terminamos o desenho ela fez algumas observações e fez algumas correções quanto à perspectiva do desenho e pediu que desenhássemos outra vez e fizéssemos as devidas correções, logo depois comparou os dois desenhos e nos chamou a atenção para as diferenças entre ambos.
A realização destas atividades foram muito importante para que nós pudéssemos obter um conhecimento além das teorias já estudadas, pois quando construímos o nosso conhecimento através da prática com certeza esta aprendizagem será muito mais significativa, pois futuramente poderemos ensinar tudo que aprendemos nesta oficina para nossos futuros alunos, utilizando materiais simples e acessíveis tanto para o professor quanto para o aluno e o mais importante é que são materiais que possibilitam produzir trabalhos muitos bonitos e de qualidade é impressionante o resultado, foi uma experiência maravilhosa para todos.




Referências Bibliográficas: Receitas da Profª. Thérèse Hofmann


sexta-feira, 1 de maio de 2009

Constantin Stanislavski

1) Como o se ajuda no ato criativo?
Após a leitura do texto "Estética Teatral" e assintir ao documentário "O século de Stanislavisk" pude fazer uma análise de como se dá o ato criativo. O ser humano é dotado de capacidades que ajudam na criação, a inteligência, a intuição, estão interligadas nesse processo.
Partindo do pensamento de Stanislavisk “De facto, nenhuma técnica artificial pode rivalizar com as maravilhas que opera a natureza”. De fato inspiração é algo que não depende somente de técnicas artificiais, a natureza é o mecanismo mais forte que um ator precisa para dar vida a uma personagem. Mas acredito também que as técnicas artificiais são importantes para o ato criativo, pois primeiramente o ator precisa estudar a sua personagem conscientemente para conhecê-la e depois cria-la com a ajuda do subconsciente.
Dizia Stchepkine ao seu aluno Choumski “Pouco importa que a vossa interpretação seja boa ou má o importante é que seja verdadeira e para isso deve ser acurada, lógica, coerente; deveis pensar, lutar, sentir e agir em comunicação com a vossa personagem”. O teatro é uma representação e para representar é preciso estar preparado para viver outra vida como se fosse a sua e para expressar verdade é preciso fazer uso de todos os subsídios que estão ao nosso alcance seja conscientemente ou inconscientemente.
O ambiente físico, as emoções, os sentimentos determinam como será o personagem por isso o ator tem que saber criar a personagem de uma maneira intensa e coerente com sua história de vida, para exprimi-la com toda a plenitude e beleza da natureza interior e exterior, para que assim possa interpretá-la com a toda a perfeição de um espírito humano.

2) O que mais te impressionou no filme?

Conhecer Constantin Stanislavisk já foi muito interessante, pois não conhecia o trabalho deste ator e encenador russo de princípios naturalistas que foi fundador do Teatro de Moscovo. A sua preocupação na formação do ator, transmiti toda a sua paixão pelo teatro, foi o primeiro a dar para arte um significado psicológico, para ele interpretar era interpretar com realismo, com expressividade intensa de corpo e alma. Atuar era dar vida ao personagem aproximando-o da vida real, uma ação que necessitava de muito treinamento e técnicas que ajudassem o ator a controlar a si mesmo.
As suas teorias e métodos práticos foram de grande importância para outros artistas que até hoje seguem e se inspiram em seus métodos e técnicas. A formação do ator e a constituição do personagem era o seu enfoque principal, dramatizar era reunir todas as características reais de um espírito humano de uma forma natural e espontânea, através das feições cotidianas e das abordagens psicológicas tudo isso de forma bem simples na prática, mas com um desempenho perfeito no pauco.Enfim foi de grande importância para mim entender e conhecer um pouco do trabalho deste grande mestre do teatro, de visão completa e abrangente que deixou um legado de informações e conhecimento para todos nós, em especial aos apaixonados pelo teatro que buscam inspiração em suas teorias para um melhor aperfeiçoamento de suas técnicas artísticas.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Tarefa 04 - Olympia de Manet

UAB – Universidade Aberta do Brasil
Disciplina: História das Artes Visuais 2
Professora: Sainy C. B. Veloso
Tutora: Blanca Nídia Lucero de Lazarte
Curso: Artes Visuais Turma: ARV3
Aluna: Maria Rita de Lima Torres
Pólo: Tarauacá-AC
Data: 15/12/2008

“Venus de Urbino” (1538) - Tiziano Vecellio - Óleo sobre tela

“A Venus de Urbino” de Tiziano é uma obra bem autêntica que expressa a beleza do corpo feminino, dentro de um determinado contexto histórico cultural, onde o nu era uma afronta a moralidade da época. Mas o artista soube retratar como ninguém a formosura da época, Venus deitada em uma cama luxuosa, exibe as formas de seu corpo com uma pose muito sensual, aos seus pés um cachorro de estimação aparece deitado e no fundo da pintura podemos perceber a presença de uma senhora com trajes elegantes e uma criança abrindo um baú. Venus de Urbino inspirou a pintura de Olympia de Édouard Manet, na qual a figura da Vênus foi substituída por uma prostituta.





Olympia (1863). Edouard Manet - Óleo sobre tela

Olympia é uma criação do artista Eduard Manet uma das figuras mais importantes da arte do século XIX. Manet utilizou jogos de luz e de sombra restituindo ao nu a sua crueza e a sua verdade, muito diferente dos nus adocicados da época. O trabalhado das texturas é apenas sugerido, as formas, simplificadas. Os temas deixaram de ser impessoais ou alegóricos, passando a traduzir a vida da época, e, em certos quadros, seguiam a estética naturalista de Zola e Maupassant. Manet era criticado não apenas pelos temas, mas também por sua técnica, que escapava às convenções acadêmicas. Freqüentemente inspirado pelos mestres clássicos e em particular pelos espanhóis do Século de Ouro, Manet influenciou, entretanto, certos precursores do impressionismo, em virtude da pureza de sua abordagem. A esta sua liberação das associações literárias tradicionais, cômicas ou moralistas, com a pintura, deve o fato de ser considerado um dos fundadores da arte moderna.
"Olympia" pintada em 1863 mas só apresentada ao público em
1865 foi considerada indecente por ferir os príncipios de uma época, onde o nu era considerado totalmente vulgar. Um retrato de uma jovem prostituta nua lançando um olhar provocante e havia uma referência audaciosa a obra de Ticiano (Vênus de Urbino). A modelo novamente foi Victorine Meurent retratada nua e ao seus pés um gato negro ao invés de um cachorro como no quadro de Ticiano. Em uma atmosfera erótica havia também uma falta de perspectiva (técnica onde se vê o tamanho certo dos objetos em relação a distância).




Retrato, 1988. Yasumasa Morimura. Fotografia colorida. Propriedade particular de Luhring Augustine, Nova

Este retrato de Yasumasa foge todos os princípios estéticos e convencionais retratados nas décadas anteriores, pois utiliza como modelo uma figura masculina que retrata bem a arte contemporânea, mas mesmo em uma época onde o artista podia desprender-se mais dos valores moralistas, acredito que esta obra também causou escândalo e impacto na sociedade, pois podemos ver que até hoje, o diferente causa impacto e é visto de forma preconceituosa. Enfim pude compreender que em cada época a arte era expressa de forma diferente, quanto à estética, formas, valores culturais, sociais e políticos.


A minha Olympia


Esta é a minha criação feita com lápis sobre papel, pensei em uma Olímpia completamente diferente das outras versões, uma mistura de mulher e peixe, o cenário é feito com pedras onde podemos avistar o mar e ver as belezas da natureza é só imaginar.